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Ainda devo terminar um post sobre San Andrés, antes mesmo de começar a escrever sobre a viagem à Europa. Porém, primeiro vou olhar as fotos… quase 200 gb.
Algumas vou colocar no Flickr e Instagram.

I haven’t finished the post about San Andres yet…

Meanwhile, here I put some photos of the most recent trip (Europe):

Flickr:

Lençóis Maranhenses Park - Brazil

Nossa viagem foi realizada em 14 dias (incluindo ida e volta) entre o final de fevereiro e início de março de 2016. Compramos as passagens uns dois meses antes. Não é a época mais barata para ir para Cartagena, mas era o tempo que tínhamos. Por outro lado, fizemos uma boa economia em voos com empresa “low cost” da Colômbia.

Saímos de Porto Alegre para Cartagena (CTG) fazendo uma escala no Panamá, bastante útil para adquirir um case que precisava para a action cam. Chegamos a CTG já no início da noite, indo diretamente para o hotel reservado (Ibis). Não ficamos na cidade murada em função da grande diferença de valores e pelo fato do transporte de táxi ser muito barato. Mesmo a pé (o que fizemos algumas vezes tanto de dia quanta à noite) dá para ir do Ibis Marbella para a cidade murada.

O primeiro dia foi bastante cansativo. Começamos tomando um bom café da manhã (aliás café foi o que mais tomei – e trouxe – nesta viagem) com pan e bono e iniciamos pela visita ao Palácio da Inquisição localizado junto a Plaza de Bolívar (ou parque Bolívar). Passamos o dia caminhando pelas ruas estreitas e coloridas de Cartagena visitando e fotografando tudo por onde passávamos. Fomos também até o cais e compramos o passeio de barco para Playa Blanca (Isla Baru) e Islas del Rosario (Oceanario) para o dia seguinte. Terminamos a noite jantando na Plaza Santo Domingo.

Galeria do primeiro dia:

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O passeio para Playa Blanca e Oceanario saiu por volta das 10h da manhã. Feito em uma lancha rápida, em pouco tempo já estávamos no Oceanario. Ficamos pouco mais de uma hora, mas é tempo suficiente para ver o local. Depois fomos almoçar (incluso no passeio) e curtir a Playa Blanca. O almoço era simples, mas era bom: arroz, banana, salada e peixe assado. Muitos reclamam da Playa Blanca e sua “muvuca”. Acho que tivemos sorte. Não estava tão tumultuada como vi em muitos relatos de outros visitantes. Na praia você vai ter que pagar para usar cadeiras, guarda sol, barracas, massagens, etc… Tem de tudo e o povo é bem insistente. Tenha paciência. Eu não tenho. Existe boa margem para negociação de valores e alternativas para não precisar de nada disso. Caminhe pela praia para a direita (de quem olha para ao mar) e você encontrará alguns lugares mais vazios.

No retorno do passeio ainda tivemos tempo de curtir mais um pouco de Cartagena, comer na La Paleteria, comprar algum artesanato nas Bóvedas e ir descansar no hotel para voltar à noite e provar um hambúrguer na El Corral.

Eu viveria nesta cidade sem dúvida! Arquitetura, café e boa comida… Está ótimo!

Passeio para o Oceanário e Playa Blanca:

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No terceiro dia fomos para Castillo de San Felipe de Barajas (forte). Pegamos um táxi no hotel porque estava muito quente. Passamos o final da manhã e parte da tarde no Castillo e fomos a pé, passando pelo shopping que tem ali perto, até a cidade murada. Andamos pelas ruas apreciando cada detalhe e visitamos o Museo do Oro Zenu, curtimos por do sol na muralha perto do Café del Mar. Voltamos para o hotel para descansar e retornar à noite para comer um fantástico crepe no Crepes & Waffles.

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Algumas fotos do Museo del Oro Zenú:

Dormimos muito. Fizemos o check out e fomos para o aeroporto. Tínhamos um voo para Bogotá (BOG).

Por falar nisso, todos os trechos entre CTG-BOG, BOG-ADZ (San Andres) e ADZ-CTG foram feitos pela empresa Viva Colombia (empresa low cost). Fique esperto: Leia as letras miúdas e os detalhes na hora da compra da passagem, pois existem limites de bagagem bem definidos. Todos os extras são bem mais caros se tiver que pagar no embarque. As bagagens são medidas e pesadas. Como eu já havia me informado através de outros relatos, levei apenas uma mochila pequena para as máquinas fotográficas, filmadora e coisas de valor e uma cargueira com nossas roupas (para esta paguei antecipadamente o excesso, só por garantia). Tudo foi tranquilo e sem problemas e nem atrasos. Todos estes trechos para duas pessoas não custaram R$700 Pilas.

O que vou dizer de Bogotá…. Cidade super segura. Pelo menos é o que se percebe pelas ruas do bairro histórico e principal: Candelaria. A primeira noite que não foi tão legal. Havia reservado um hotel simples, mas bem localizado na Candelaria, mas o barulho da rua durante a noite acabou com a gente. O bom foi que devido a localização conhecemos tudo que queríamos da região central e depois mudamos de hostel. Ficamos em um hostel perto do Ibis Museo Nacional e, depois uma noite no Ibis. Ambos muito bons. O Ibis Museo Nacional é super bem localizado. Bancos, mercado, restaurantes… e o Museo Nacional em frente e bem perto da Torre Colpatria.

De volta para a Candelaria, nosso primeiro dia em Bogotá começou cedo… Claro, não dormimos mesmo. Fomos direto para a Plaza Bolivar, visitamos o Museo Botero (imperdível e entrada gratuita), andamos pelas ruas apreciando a arquitetura, visitamos a Casa de Moneda, comemos muitos doces (e compramos outros tantos) em La Puerta Falsa, visitamos outro local imperdível que foi a Iglesa e Museo de Santa clara, Igreja San Agustin, o Palácio da Justiça, o Capitólio Nacional, a Catedral Primada, a Igreja de San Francisco, passamos pela Casa de Nariño (Palácio Presidencial – havia agendado uma visita, mas deixei passar). Nosso último ponto turístico do dia foi o Museo del Oro. Esse lugar é enorme!

Ruas da Candelaria, Museo Botero, Igreja Candelaria e Igreja El Carmen (galeria):

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Plaza Bolivar e região:  Algumas fotos da Catedral Primada, Capitólio Nacional, Palácio da Justiça, edifício Liévano e Casa de Nariño (galeria).

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Igreja e Museu Santa Clara,  Igreja San Agustin e Igreja San Francisco (galeria):

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Museo del Oro de Bogotá:

Nosso segundo dia começou com uma visita ao Cerro Monserrate. Fomos de táxi até o local de compra de ingressos. Subimos e descemos de funicular. Passamos boa parte da manhã e início da tarde por lá. Regressamos a pé para conhecer a região, almoçamos em um dos restaurantes que encontramos pelo caminho e mudamos do hostal para o Ibis. Na sequência, fomos visitar o Museo Nacional.

Galeria Cerro Monserrate:

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Galeria Museo Nacional:

No terceiro dia fizemos o check out cedo, guardamos nossas coisas no hotel e fomos descobrir como chegar a Zipaquirá para visitar a Catedral de Sal. O sistema de transporte de Bogotá é muito bom. Eu havia feito uma pesquisa e instalado um app no celular para ajudar a localizar as linhas. No entanto, foi mais prático pegar dica no hotel, caminhar um pouco até uma das estações que tem linha para o portal norte. No portal norte pegamos uma van que em meia hora nos deixou em Zipaquirá. Super prático e muito, muito barato.

Em Zipaquirá você desce em uma avenida principal e caminha um pouco até um centro de turismo e ponto de partida/chegada de um “trem” turístico que leva até a entrada da Catedral de Sal. Dá para ir a pé, mas é melhor economizar energia a Catedral é enorme. Esse será um passeio de dia inteiro. Existe opção de entrar com ou sem guia. Fomos sem para não andar em grande grupo.  Caminhamos muito. Tomamos um café no ponto mais abaixo do solo. Lá por volta das 15h decidimos fazer o caminho de volta, afinal ainda tínhamos que buscar nossas coisas no hotel e pegar um voo para San Andres.

Galeria Catedral de Sal – Zipaquirá:

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A parte II da viagem pela Colômbia será San Andrés.

Fizemos muitos vídeos de alta resolução, mas o tempo apenas permitiu colocar pequenos pedaços de alguns.mais simples (1080p60):

Uma brincadeira na Torre Colpatria.

Museo Botero.

Playa Blanca.

Cerro Monserrate.

Catedral de Sal.

 

 

 

 

 

No mês de dezembro de 2014 decidimos conhecer Bonito (MS). Entrei em contato com algumas agências para ver qual tinha os passeios que queríamos e nas datas que poderíamos estar por lá em função de ser um-ano-sem-férias para nós… apenas uma folga de Natal e Ano Novo.

Após muitos emails e pesquisa, fechei com uma agência (Bonito tem que ser assim, pois os passeios são super concorridos) para os dias 25, 26 e 27 de dezembro. O primeiro dia seria o melhor: Flutuação no Rio da Prata em pleno Natal.

Saímos de Porto Alegre com destino a Foz do Iguaçu no dia 21/12. Já estivemos outras vezes em Foz e realizamos a viagem de ida e volta apenas por estradas brasileiras. Desta vez, usamos a balsa de Porto Mauá e fomos pela Argentina. Trajeto muito bom e mais curto. Chegamos lá por volta das 20h e fomos direto para a reserva do Booking: Iguassu Central Bed & Breakfast. Super limpo e organizado. Recomendamos. Ficamos duas noites para fazer umas compras básicas de eletrônicos no Paraguai.

Partimos para Bonito no dia 23/12 ainda pela manhã e fomos curtindo a viagem. Chegamos lá já noite, mas como eu tinha pesquisado por campings antes da viagem, lembrava que um pouco antes do centro da cidade havia um camping (Camping Rio Formoso – com acesso ao próprio!). Fomos direto pra lá. Nós estávamos com todos nossos equipamentos de camping, então foi tranquilo. Ainda economizamos muito… se comparar com os valores das diárias das pousadas em Bonito.

No dia 24/12 fomos até a agência de turismo pegar os detalhes sobre os passeios, conhecemos e almoçamos na cidade e compramos alguns itens para nosso acampamento. Voltamos para o camping para curtir o rio Formoso. Estava muito quente.

Durante a madrugada choveu. Acessos aos passeios eram pagos à parte ou dava para ir com carro próprio. Ficamos com a segunda opção, claro. Entretanto, o caminho que nos foi indicado tinha trecho de estrada de chão …. na verdade, lama, muita lama. Isso deu bastante trabalho, mas com calma e jeito… lá fomos nós. O Recanto Ecológico Rio da Prata fica a uns 52km de Bonito (http://www.riodaprata.com.br/como-chegar).

O passeio durou uma manhã toda. Chegamos ao recanto ecológico, trocamos de roupa, pegamos um transporte até uma pequena trilha de acesso ao Rio da Prata… fizemos um preparo e aquecimento…e descemos o rio. Após o passeio o almoço estava esperando. Descansamos e curtimos um pouco o local e depois regressamos para o camping já com a estrada seca.

No dia 26/12 foi o dia de andar um pouco mais pelo MS, peguei uma orientações de estrada na agência (ainda no dia 25) e fui para a Fazenda San Francisco – Pantanal. Passamos o dia na fazenda com direito a um baita churrasco. No trajeto para a fazenda, passamos pela serra da Bodoquena e Miranda. Gostaria de ter conhecido mais da região, porém nosso tempo era curto.

No retorno da fazenda, paramos mais uma vez no centro de Bonito para compras e fomos para o camping. No dia seguinte visitamos a Gruta do Lago Azul e a Gruta São Miguel. Estas duas ficam pouco mais de 18km do centro de Bonito e próximas. Contudo, não curtimos a Gruta de São Miguel… A Gruta do Lago Azul, pelo contrário, é passeio obrigatório!

No dia 28/12 levantamos acampamento e começamos o retorno para Foz do Iguaçu. Resolvemos ficar em Foz mais dois dias para visitar novamente as cataratas, pelo menos pelo lado brasileiro e o parque as aves. Nesta segunda passada por Foz ficamos em um camping com ótima estrutura e preço:http://www.paudimar.com.br/

Vídeo da descida da Gruta do Lago Azul (1080p60):
https://www.youtube.com/watch?v=74pINjb1rN0

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A caminho de Bonito. Mato Grosso do Sul.

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Bonito (MS).

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Camping Rio Formoso – Bonito

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Camping Rio Formoso – Bonito.

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Camping Rio Formoso – Bonito.

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Camping Rio Formoso – Bonito.

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Flutuação no Rio da Prata – Bonito/MS

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Flutuação no Rio da Prata – Bonito/MS

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Flutuação no Rio da Prata – Bonito/MS

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Flutuação no Rio da Prata – Bonito/MS

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Flutuação no Rio da Prata – Bonito/MS

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Flutuação no Rio da Prata – Bonito/MS

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Flutuação no Rio da Prata – Bonito/MS

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Flutuação no Rio da Prata – Bonito/MS

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Flutuação no Rio da Prata – Bonito/MS

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Fazenda San Francisco. Mato Grosso do Sul.

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Gruta de São Miguel – Bonito/MS

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Descendo para a Gruta do Lago Azul – Bonito

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Gruta do Lago Azul – vista durante descida.

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Gruta do Lago Azul – Bonito

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Cataratas do Iguaçu – Paraná.

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Cataratas do Iguaçu – Paraná.

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Cataratas do Iguaçu – Paraná.

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Cataratas do Iguaçu – Paraná.

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Cataratas do Iguaçu – Paraná.

 

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

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Parque das Aves – Foz do Iguaçu.

E pelo caminho na fazenda San Francisco:

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Dias 22, 23, 24, 25, 26 e 27.

Saindo do nevado Salkantay dirigi diretamente para Cusco. Passamos mais uma noite na cidade e no dia seguinte saímos para Arequipa. Passamos nas ruínas ao sul de Cusco, sem muito para ver e resolvi fazer um trajeto diferente para Arequipa. Pegamos um desvio de em San Pablo passando por El Descanso e tentando chegar até a rodovia 34A já no Parque Nacional Salinas e Aguada Blanca onde fica o vulcão Misti.

Este trajeto estava em reforma e a estrada de chão cruzava uma região totalmente deserta, muitas montanhas e condições da estrada muito precária. Foi difícil, demoramos muito para cruzar este trecho do país e tivemos um pneu rasgado. Chegamos final de tarde a rodovia 34A que é asfaltada e estava em ótimas condições. Foi muito legal percorrer esse trecho entre montanhas e vulcões à noite.

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Ruínas – Sul de Cusco

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Ruínas – Sul de Cusco

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Ruínas – Sul de Cusco

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De San Pablo para Arequipa

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De San Pablo para Arequipa.

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De San Pablo para Arequipa.

Próximo das 21h estávamos em Arequipa. Primeiro paramos em uma região cheia de restaurantes, comemos em uma pizzaria e depois peguei umas informações de como chegar até a região central. Deixamos o carro em um estacionamento e ficamos em um hostal por duas noites.

No dia seguinte (dia 23 da viagem) visitamos alguns pontos turísticos do centro, contratamos um passeio para o Canion del Colca e fizemos um city tour básico.

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Catedral – Arequipa (Peru)

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Arequipa (Peru).

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Arequipa (Peru).

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Arequipa (Peru).

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Arequipa (Peru).

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Arequipa (Peru).

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Arequipa (Peru).

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Arequipa (Peru).

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Arequipa (Peru) – Vulcão Misti.

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Arequipa (Peru).

Dia 24.

O passeio para o Canion del Colca começou de madrugada – 3h da manhã – para chegarmos cedo ao nosso ponto de café da manhã: Chivay. A pequena cidade está localizada a mais ou menos 160km de Arequipa. Chegamos por volta das 9h ao Canion del Colca onde passamos algumas horas admirando a vista e esperando para ver pelo menos um condor. Depois fomos almoçar em Chivay e andar um pouco pela cidade. No retorno paramos em alguns mirantes para ver vulcões. Ao fim da tarde chegamos a Arequipa.

CANION COLCA IGREJA blog

Chivay.

igreja colca blog

Chivay

colca inicio blog

Canion del Colca.

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Canion del Colca.

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Canion del Colca.

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Canion del Colca.

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Canion del Colca.

colca 4 blog

Retorno para Arequipa.

Dia 25. Arequipa (Peru) até San Pedro do Atacama (Chile)

Acordamos cedo, fechamos a conta no hostal, tomamos um bom café da manhã em uma das muitas padarias de Arequipa. Eram fartos, saborosos e baratos. Pegamos a estrada para Arica/Tacna. Fronteira do Peru com Chile.

Novamente foram muitos km de estrada oscilando entre bom e péssimo estado. Isso atrasou nossa viagem.

AQUI COMEÇOU A SAGA… dirigi de Arequipa até San Pedro do Atacama sem dormir. Quase 24h devido aos imprevistos da estrada no sul do Peru, de restaurações na rodovia Panamerica e do bom tempo que passamos para passar a fronteira do Peru com o Chile. A burocracia e vistoria de bagagens é grande.

Em San Pedro dormimos uma noite e já saímos para Porto Alegre. Ou seja, do Ocenano Pacífico até quase o Oceano Atlântico em 2 dias.

Mesmo saindo de manhã de Arequipa, chegamos ao anoitecer em Arica, isso que são uns 500km mais ou menos. Claro que, além dos imprevistos e demora mencionada acima, também paramos muito para comer, curtir a vista, tirar fotos…isso sempre eleva o tempo de viagem. Finalmente achamos um posto de combustível bom em Arica (Petrobras) onde encontramos bons lanches, enchi o tanque e, por volta das 20h resolvi continuar dirigindo para o Sul pela Panamerica… dirigi toda a noite e madrugada até que ao amanhecer – 6h da manhã – avistei San Pedro do Atacama.

Foram perto de 1200km percorridos em um tempo até que longo, mas além dos problemas da estrada, fronteira, paradas para lanches e fotos… eu prefiro manter uma velocidade segura ao estar muito cansado. Dirigi o tempo todo de nossa viagem sozinho. A mulher dormiu algumas horas após partimos de Arica e acordo em San Pedro…. magicamente.

a caminho de Tacna

A caminho de Tacna (Peru).

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A caminho de Tacna (Peru).

chegando san pedro

amanhecendo em San Pedro do Atacama.

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San Pedro Atacama (Chile).

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San Pedro Atacama (Chile).

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San Pedro Atacama (Chile).

Dia 26 de 27. De San Pedro do Atacama para Porto Alegre 2400 km

Passamos o dia descansando em San Pedro do Atacama. Já conhecia e tinha feito os passeios pela região em outra viagem. Saímos cedo no dia seguinte (dia 27 da viagem) sabendo que teria que dirigir até Porto Alegre e, mesmo assim, curtir o trecho entre San Pedro e Salta (Argentina) que sempre vale a pena.

Paramos várias vezes para fotos, para fazer algo para comer (tínhamos mantimentos e todo nosso material de camping). Como sabia que não iria dormir em boa parte do trajeto, fazia longas paradas para caminhar, despertar…

Na madrugada, paramos em uma cidadezinha no norte da Argentina, em um posto, onde a mulher dormiu uma hora… eu fiquei acordo. Não consigo dormir. Descansei e toquei até São Borja (Rio Grande do Sul) onde almoçamos e de lá seguimos para Ijuí. Aí sim eu dormi uma hora e logo partimos para Porto Alegre.

Saímos por volta das 8h da manhã de San Pedro do Atacama e chegamos por volta das 22h do outro dia em Porto Alegre…. umas 38h dirigindo. No dia seguinte recuperei o sono perdido.

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Vulcão Licancabur – saindo de San Pedro do Atacama.

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Vulcão Licancabur – Chile.

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Deixando San Pedro do Atacama…

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Paso Jama – mais uma vez… Um ótimo trajeto.

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De San Pedro Atacama (Chile) para Salta (Arg) via Paso Jama.

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De San Pedro Atacama (Chile) para Salta (Arg) via Paso Jama.

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De San Pedro Atacama (Chile) para Salta (Arg) via Paso Jama.

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De San Pedro Atacama (Chile) para Salta (Arg) via Paso Jama.

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De San Pedro Atacama (Chile) para Salta (Arg) via Paso Jama.

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De San Pedro Atacama (Chile) para Salta (Arg) via Paso Jama.

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De San Pedro Atacama (Chile) para Salta (Arg) via Paso Jama. Salinas Grandes.

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De San Pedro Atacama (Chile) para Salta (Arg) via Paso Jama. Salinas Grandes.

saindo de  san pedro atacama

Dia 21.

Depois de um lanche rápido pegamos as últimas dicas com o dono da pousada em Mollepata (altitude aproximada de 2800m) e encaramos a estrada de chão para o primeiro camping da trilha Salkantay (Soraypampa – altitude 3832m). Geralmente é feito a pé pela galera que faz a trilha toda, mas como o objetivo era visitar o nevado Salkantay e neste primeiro trecho não tem nada de muito interessante o carro foi muito útil.

Como disse, nada de muitos atrativos neste trecho de quase 22km.
Dados no mapa:

http://my.viewranger.com/route/widget/NTI1MjQ=?locale=en&m=miles

O trekking completo até Machu Picchu teria, aproximadamente, 92km. Tenho esta informação no View Ranger, mas não lembro a fonte.

Nosso trekking para ver o nevado Salkantay seria equivalente a uma parte do segundo dia de trekking (do total de 5 dias) da trilha completa. Andamos uns 12km ida e volta (avaliando pelo View Ranger). E foi justamente o trecho de maior desnível, chegando aos 4600m. Em Salkantaypampa (+/- 4150m) quem segue pela esquerda faz a trilha Salkantay pela direita seguindo o rio e passando, também, ao lado do nevado Salkantay dá para encontrar a trilha Inca (precisa ter os ingressos desta trilha para os postos de verificação).

http://my.viewranger.com/route/widget/NTI1NjI=?locale=en&m=miles

Após algum tempo de estrada conseguimos avistar o acampamento Soraypampa (pequeno ponto azul na foto).

surgindo entre as nuvens - ver ponto azul inicio trilha blog

 

 

 

rumo ao Salkantay campamento Soraypampa ao fundo blog2

O que acontece é que estes locais servem de base pra galera que esta com agência de turismo. Os guias e auxiliares montam todo o equipamento e preparam a comida. Alguns pontos tem até como comprar comida extra. Aqui, apesar da placa (abaixo) não vimos ninguém, nada.

placa soray blog

Vista a partir do Soraypampa:

soraypampa camp blog

Deixando a área de acampamento do Soraypampa…

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eu salka2blog

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A companhia. Centro da foto.

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Outro ponto que poucos acampam:
outro ponto que poucos acampam a segunda parada é mais a frente blog

Face blog

continua a trilha blog

indo para salkantay05blog

Na parte inferior central, um pequeno risco é a marcação da trilha…

pequeno risco que se ve na parte inf é trilha blog

Subindo nas pedras para um lanche e curtir a vista:

subindo nas pedras para lanche blog

Outra área para um possível camping antes do Salkantay.

outro ponto de camping pouco antes do salkantay ficamos no alto observando blog

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carol salka blog

eu salka blog

Dia 20.

Fechamos a conta no hotel em Cusco  e decidimos pegar o carro e ir até Maras e Moray. Até aí tudo bem. Já tinha visto, voltando de Chinchero (Urubamba), uma placa que indicava a entrada para Maras/Moray. Já tinha estudado este trajeto. Mas queria ver o Nevado Salkantay… e pensava se teria tempo para dirigir até Mollepata. Moray foi uma espécie de laboratório agrícola Inca para testes de cultivos diferentes. Maras é um grande conjunto de Salinas  na altitude conhecidas desde o tempo pré-inca. Existe uma nascente salina no local e o que fizeram foi criar piscinas de evaporação para obtenção do sal.

indo para morayblog

moray blog

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salineras maras 05 blog

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maras 09 blog

Depois de visitarmos Maras/Moray seguimos para a cidade de Mollepata, base da trilha Salkantay. Esta trilha passa pelo nevado de mesmo nome e segue até Machu Picchu. É uma trilha alternativa e, na minha opinião baseada em fotos e pesquisas em imagens de satélite, mais bonita que a Trilha Inca. Além disso, pode ser feita de forma independente (sem guias). Planejava fazer isso. Levei os equipos, mas o tempo era curto. Chegamos a Mollepata no final da tarde. Percorremos longo trecho de estrada de chão em penhascos e consideráveis altitudes. Procuramos um local para ficar perguntando para algumas pessoas, pois não vi indicação de nada. Fomos a sensação do local, pois todos os habitantes desde o dono da pequena pousada até a senhora que vendia gasolina em baldes e a dona do mercadinho falavam que não era comum brasileiros ficarem ali… só de passagem. Gostei muito da recepção dos moradores. Gente muito boa e prestativa que ajudaram muito.

Dias 18 e 19.

Aproveitamos a parte da manhã para caminhar mais um pouco por Cusco, mais fotos e mais museus para visitar. Fizemos tudo que nosso boleto turístico dava direito – menos o show de dança, pois nunca sobrava tempo. Deixei o carro na garagem do hotel e já acertei a diária para a volta – dia seguinte.

Com tudo já comprado e organizado no dia 16, pegamos uma van para nos levar até Ollantaytambo (estação de trem).  Estava muito quente neste dia e a van lotada e sem ar, claro. Este primeiro trecho foi um pouco desagradável, mas deu tudo certo. Pegamos o trem e fomos bem acomodados (com outro casal de brasileiros dividindo a mesa com a gente). Chegamos à estação de Águas Calientes já era noite. Fomos recebidos pela proprietária do hostel no qual passaríamos a noite. Tudo tranquilo e conforme combinado na agência de turismo.

 Como tínhamos tempo, escolhemos um local para uma boa refeição. Andamos um pouco. Compramos mais algumas coisas para comer no parque e muita água. Tentamos dormir cedo. Tentamos. Havia muito barulho no hostel. Acordamos às 4h e antes das 4:30h já estávamos na fila do ônibus para Machu Picchu.

A ideia inicial deu certo! Chegamos na hora que abre o parque e foi possível tirar várias fotos sem ninguém em cena. Fomos uns dos primeiros a entrar e isso compensa muito se você souber aproveitar bem seu tempo e tiver um bom preparo para andar rapidamente por alguns lugares chaves e tirar aquelas fotos sem aparecer ninguém na sua imagem.

Por volta das 8h da manhã encontramos com o guia e refizemos boa parte do passeio novamente. Depois de toda a explicação do guia, percorremos quase que tudo novamente. Eu acredito que devo ter olhado M.P umas três vezes por todos os ângulos (exceto Huayna Picchu – como disse antes, estava de carro contando com muitos imprevistos, não achei seguro comprar boletos com antecedência). Tiramos bons cochilos nos terraços, os quais também serviram para ficarmos apreciando a vista por horas e horas. Passamos o dia inteiro em M. Picchu. Só saímos quando os portões estavam para fechar. Encaramos a fila e o bus para descer até Águas Calientes e fomos direto para a estação de trem aguardar nosso horário para Ollanta.

Em Ollanta pegamos um bus organizado pela operadora de turismo e chegamos à Cusco por volta das 22:30h.

Esse dia foi cansativo. Subir e descer as escadarias de M.P é um bom treino para as pernas.

trem para machu picchu 2

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nos mp

Dia 17.

Valle Sagrado

Pisaq – Ollantaytambo

Acordamos às 7h e fomos até o ponto de encontro do bus. No caminho para o Pisaq, uma das primeiras paradas se faz numa espécie de feira de artesanato com preços bem acessíveis. Depois, paramos em um mirante com vista para o Valle Sagrado e dentro de pouco tempo chegamos à Pisaq. Fomos direto ver o sítio arqueológico com seus terraços destinados à agricultura, cemitérios, torres, relógio de sol, etc… Após um longo e tranquilo passeio aproveitando o local, descemos (fica no alto, pra variar!) para a vila e aqui fica uma dica: prove as maravilhosas empanadas do local!Deveria ter comprado uma tonelada delas.

A próxima parada foi em Urubamba. Passamos por outros vilarejos no caminho sem objetivo de visita. Urubamba tem um pouco mais de estrutura, mas não espere muito. Almoçamos e seguimos para Ollantaytambo (Ollanta).

O síto arqueológio de Ollanta é muito bonito. Entretanto, recebe muitos, muitos visitantes. É onde fica a estação de partida para Machu Picchu (Águas Calientes). Um lugar com uma boa estrutura. É aconselhável ter certo preparo para aproveitar o tempo e andar por todos os cantos do complexo.

Já perto do final da tarde saímos para Chinchero para visitar o povoado e a igreja. Impressionante a arquitetura e decoração do local (no pictures).

Após, retornamos para Cusco. Isso foi por volta das 20h, acredito.

Fomos comer e descansar (na medida do possível).

 

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Após muito tempo…. vamos continuar o relato.

A primeira parte da viagem foi o trajeto de Porto Alegre (RS) até Cusco (Peru), passando pelo norte da Argentina e percorrendo o interior da Bolívia.

A segunda etapa da viagem será mais dividida por conta do pouco tempo para escrever.

Dia 16.

Como estávamos cansados acordamos super tarde!!! Ou melhor, 7:45h. Em tempo para tomar um ótimo café da manhã no hotel. Porém, já havíamos perdido a chance de fazer um passeio no mesmo dia. Tudo bem. Fomos caminhando até a Plaza de Armas. Apenas 4 quadras. A ideia era buscar informações sobre Machu Picchu.

Sei que muita gente compra os ingressos no Brasil para fazer a trilha Inca e para o Huayna Picchu. Contudo, esse não era meu objetivo. Não gosto de viajar com datas fixas. A trilha Inca também nunca foi meu objetivo. Se fosse para fazer trilha (e eu queria!) era a Salkantay e sem guia. Tinha todos os mapas e dicas comigo… mas também o tempo não permitiu. Na verdade, o que queria era ver o Nevado Salkantay (depois conto como resolvi isto) e não a trilha. Montanhas sempre estarão nos meus planos.

Bem, com uma volta rápida na Plaza de Armas conseguimos contratar o passeio no método super turista para Machu Picchu (algo perto de R$500 por pessoa) e ainda contratar o passeio pelo Valle Sagrado e o chamado de city tour, mas que percorre os sítios arqueológicos próximos de Cusco. Ia fazer o Valle Sagrado com meu carro, mas o preço era super em conta (uns R$40 por pessoa) que achamos melhor ir de bus com guia explicando tudo.

Continuando a organização dos passeios fomos comprar o ingresso geral para os pontos turísticos. Algo como R$70 por pessoa. Visitamos os arredores da Plaza de Armas e depois de um lanche-almoço fomos fazer na parte da tarde o city tour.

Os principais locais para se visitar estão próximos da Plaza de Armas. Um mapa distribuído na central de atendimento ao turista ajuda. Além disso é muito fácil identificar os pontos principais. Como em toda a viagem, eu já havia pesquisado, lido e resumido muita coisa.

Na visitação a pé, vimos a Catedral – a mais linda que já conhecemos – que foi construída (iniciou em 1556) sobre as fundações de um templo Inca. Muitas pinturas e obras estão nesta Catedral. A arquitetura do seu interior também chama muito a atenção. Como na maioria dos lugares, não era permitido fotografar ou filmar. Fica aqui o método antigo: guardar com o olhar. Visitamos a La Compañía de Jesús – templo colonial dos padres jesuítas, o Museo de Sitio del Qorikancha e outros próximos.

O city tour tem este nome porque começa em Cusco, mas depois se afasta um pouco da cidade. O primeiro ponto de visitação é o Qorikancha, o Templo do Sol, que foi o maior templo Inca em Cusco. Na verdade, hoje somente se vê as fundações, pois sobre ele foi construído o Convento de Santo Domingo. A visitação é demorada e bem explicada.

Seguindo o tour, fomos para Saqsaywaman que, além das ruínas, proporciona uma bela vista de Cusco. Saqsaywaman talvez tenha sido construído como fortaleza, mas muitos estudiosos acham que serviu para cerimônias religiosas. Enormes pedras foram trazidas de outras regiões (não existem ali no local). A mais pesada teria próximo de 140 toneladas.

Após, visitamos Tambomachay (El Baño del Inca), Puka Pukara e Qenqo – acredita-se que o local tenha sido usado para rituais e sacrifícios.

 http://www.qosqo.com/saqsaywa.shtml

Ao anoitecer estávamos de volta ao hotel para nos prepararmos para o passeio do próximo dia: Valle Sagrado.

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A viagem realizada em outubro de 2013 durou 27 dias. Dividi em duas partes. Na primeira parte falo, brevemente, como chegamos à Cusco. Na segunda parte, o retorno por Arequipa, Arica, San Pedro de Atacama.

Algumas informações resumidas:

– Percorremos, aproximadamente, 9000 km de estradas em diversas condições.

– Alcançamos 4900m de altitude com o veículo na região de Arequipa.

– Cheguei com o carro até o primeiro acampamento da trilha Salkantay.

– Os objetivo principais eram Uyuni, Machu Picchu e Titicaca.

– Foram muitas estradas repletas de curvas, muitas sem asfalto e contornando montanhas.

– Dirigi de Arequipa (Peru) e litoral, via Arica (Chile), até Porto Alegre (via São Borja) em 2 dias.

– Foram mais de 6000 fotos em duas câmeras e muitos vídeos. Aqui só estão algumas que já estavam circulando no Facebook e com qualidade bem reduzida.

 Dia 01.

Com tudo organizado e pronto no carro, partimos do interior do RS às 6h rumo à fronteira com a Argentina via São Borja (235km). Pequena distância, mas alguns problemas nos atrasaram. Um pássaro conseguiu atingir meu espelho esquerdo e perdi um tempo e grana considerável para achar outro em São Borja.

Fizemos a carta verde na ponte, na fronteira, muito mais rápido e mais barato. Por 30 dias paguei R$40. Estávamos com todo o resto da documentação (carteira internacional de vacinação, carteira internacional de motorista e passaporte) em mãos e a passagem foi tranquila.

Segui viagem pela Ruta 14, 120 e 12 passando por Corrientes. Após, Ruta 16 cruzando o norte da Argentina até o encontro com a maravilhosa Ruta 9 e chegar à Salta por volta da meia noite. Fui direto para o primeiro hotel que encontrei. Não foi barato, mas serviu para o descanso. Neste primeiro dia foram, aproximadamente, 1500km. A viagem foi tranquila, desta vez não houve problemas com falta de gasolina nos postos de serviços.

Todo o trajeto está em boas condições. Exceto um trecho na Ruta 16 antes de chegar à Ruta 9. Melhor ir devagar. Também é bom ficar atento aos animais na pista. Quase atropelamos uma família de suínos. Cavalos e outros animais podem ser vistos cruzando a pista.

 

Dia 02.

Após café da manhã, seguimos pela Ruta 9 – mais uma vez, mas vale o trajeto – passando por Jujuy, Purmamarca e chegando à Tilcara. Até aqui tudo já havia sido visitado em viagem anterior para o Atacama. Paramos em Tilcara para visitar o Pucará de Tilcara, um lanche rápido, alguns artesanatos e fomos seguindo pela Quebrada de Humahuaca (vale) até a fronteira. Sempre parando para curtir o caminho.

Minha meta era ir até Uyuni neste segundo dia. Não tenho problemas com longas distâncias ao volante, mas não contava com a situação de alguns trechos de estrada no meio do nada… na verdade… falta de trecho de estrada… ela desaparecia repentinamente… tudo estava em reformas na Bolívia. Bem, a fronteira La Quiaca com Villazón é um caso a parte. Eles querem comprovação que o carro tem seguro (ou extensão para Bolívia). Eu tinha, mas o meu banco não conseguiu cumprir o prazo de enviar a documentação. Além disso, querem o seguro SOAT, mas não vendem. Após muita calma e conversa, fomos liberados.

Dinheiro? Não. Só ao passar a ponte que a polícia pede descaradamente. Procedimento conhecido de todos os viajantes desta rota.

Encontrei uma galera do BR que estava fazendo o caminho contrário e ficaram admirados com os adesivos do meu carro (das rotas percorridas)… Acharam que eu estava vindo do Ushuaia. Bem, essa foi outra etapa. Não tenho tanto tempo de férias, infelizmente.

Com toda esta confusão, já era final de tarde e estava escurecendo. Resolvi tocar viagem. Na Bolívia existem muitos pedágios (guarde os boletos) e muito pedido de ajuda para a polícia!

Para ir até o Uyuni, como planejava, o melhor caminho para um carro 4×2 seria seguir até Potosi e depois descer para o Uyuni. É descer mesmo! Potosi fica a 4100m (+/-) de altitude.

Como era tarde, fui direto para Potosí. O primeiro trecho entre Villazón e Tupiza é tranquilo. Estrada asfaltada nova. O segundo trecho até Potosí estava todo em reformas, terrível. Resumindo: chegamos à Potosí por volta da 1h da manhã, mas só encontramos hotel por volta das 3h da manhã.

Potosí é muito ruim para dirigir. Ruas estreitas que servem para duas mãos, mas em alguns momentos só um veículo consegue passar e trânsito caótico (como toda Bolívia).

O único hotel que encontramos com estacionamento custou uns 400 bolivianos (Hotel Claudia). Pelo menos o café da manhã era razoável. Bom para o padrão. Não dormimos bem, pois sem muito aclimatar fomos direto para uma elevação de 4100m que resultou em muita dor de cabeça.

Foram 20h de viagem.

Distâncias:

Salta – La Quiaca = 373km

La Quiaca/Villazón – Potosí =346km

 

Dia 03.

Comigo não tem descanso. Acordamos cedo para o café e percorrer alguns pontos de Potosí. Não tinha interesse na visitação da mina de prata. Visitamos a praça principal e o Museo Casa Nacional de la Moneda (de 1773). A cidade é repleta de história. Vale a pena ir neste museu.

Potosí surgiu em função da prata na montanha Cerro Rico. Foi declarada patrimônio histórico pela Unesco. É um dos centros históricos mais importantes da América Latina e chegou a ser uma das cidades mais ricas do mundo.

Após um lanche-almoço seguimos tranquilamente pelas estradas cheias de curvas até o Uyuni. Trecho bonito e asfaltado. Chegamos ao final da tarde e ficamos no hotel logo na entrada. É bem mais barato que Potosí. Guardamos o carro e separamos o material que levaríamos no Tour pelo Salar.

Distância:

Potosí – Uyuni = 200km.

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Dia 04, 05 e 06.

Conseguir vaga para o Tour pelo Salar do Uyuni é tranquilo. Todos os passeios saem a partir das 10h da manhã e tem o mesmo valor. Tomamos café e fomos ver algumas agências só pra confirmar. Escolhemos a que nos pareceu melhor e contratamos o serviço (pago em bolivianos – saque em banco local). Compramos mais alguns lanches e água e às 10h estávamos partindo para um dos grandes objetivos da viagem: Tour de 3 dias pelo Salar e região Sud Lípez (que me levaria até o vulcão Licancabur e a Laguna Verde mais uma vez). Com a gente na Hilux foram duas inglesas super engraçadas, um outro inglês que estava com elas e um francês. Os três primeiros não entendiam nada de espanhol. Toda a alimentação das refeições principais está inclusa no pacote. A comida era simples, mas boa e farta.

No primeiro dia do tour (Dia 04 da viagem) passamos pelo Cemitério de Trens, Colchani – vilarejo na borda do salar, Hotel de Sal – sob reformas e a Isla del Pescado. Dá pra ir com um carro normal e por conta até aqui. Até mesmo para o vulcão Tunupa.

Nossa primeira noite foi no povoado San Juan em um hotel novinho todo de sal. E nessa noite fiz algo que eu disse que não faria: comi carne de Llama. Muito boa.

No segundo dia do tour (Dia 05 da viagem), já estávamos fora do Salar e na região de Sud Lípez, passamos pelas Lagunas Honda, Hedionda e Charcota, o Deserto de Siloli (Arbol de Piedra) uma região com grande presença de enxofre que produz em efeito degradê de cores nas montanhas.

A segunda noite não foi tão boa quanto a primeira. A acomodação foi bastante simples e fez muito frio, pois estávamos na Laguna Colorada (mais de 4200m de altitude), mas tudo era só alegria. Esse foi o dia sem banho pra todo mundo. Não há água encanada no banheiro e nem aquecimento. Além disso, tivemos que acordar às 4h da manhã para iniciar o passeio. Esta laguna tem uma forte cor vermelha devido aos pigmentos das algas. Podemos ver também muito bórax e sal.

Para o terceiro dia do tour (Dia 06 da viagem) seguimos rumo ao sul, praticamente na fronteira com o Chile (Paso Hito Cajón) onde já havia estado em outra viagem. Saímos cedo (4h da manhã) para visitar os gêiseres Sol de la Manãna. Seguimos para a Laguna Verde (4400m) aos pés do vulcão Licancabur e após para as Termas de Chalviri com águas que podem chegar aos 30°C. Prosseguindo o passeio voltamos pelo Valle de Piedras até o povoado de San Cristóbal e deste para o Uyuni onde chegamos por volta das 17h. Ficamos mais uma noite no mesmo hotel.

As temperaturas oscilam, pois mudamos de altitude ao longo do passeio. Passamos por momentos de calor no começo quando, de fato, estamos no meio do sal do Uyuni. Porém na região de Sud Lípez o frio aumenta.

Cruzar o Uyuni e a região de Sud Lipez é show de bola e não é complicado se orientar. De tanto estudar os mapas até já sabia a direção a se seguir, porém em alguns trechos até para 4×4 fica difícil. Encontramos uma galera cruzando de bike e fazendo trecho Atacama-Uyuni. Fiquei na vontade de arrumar uns parceiros loucos pra isto!

De uma outra viagem para conhecer a região do Atacama… tenho estas recordações da Laguna Verde e do Licancabur:

Dia 07.

Saímos do Uyuni por volta das 7:30h da manhã. Fomos lentamente curtindo a estrada e a vista até Potosí. Abastecemos e seguimos com o objetivo de passar a noite em La Paz (perdemos muito tempo em Potosí e decidi não voltar por esta região). Seguimos rumo ao norte pela Ruta 1 e passamos por Tarapaya para visitar o Ojo del Inca (uma laguna redonda que é uma cratera de um vulcão que libera água). Não tinha nada de mais. Uma pena. As pessoas usavam como uma área de diversão de final de semana e o local não era organizado e bonito. Seria se não houvesse tanta intervenção no e o acesso fosse mais dificultado. Enfim, passamos porque estava no nosso caminho.

A região é muito seca, sem vegetação e montanhosa. Veja no Google 3D. Seguimos para Challapata passando no caminho por uma imensa Laguna. Achei que passaríamos perto do Lago Poopo, mas o nível estava tão baixo que este ficou muito, muito afastado do nosso caminho. Passamos por Oruro, Patacamaya, etc… até chegarmos à El Alto já na região de La Paz. Era noite, mais uma vez, e tínhamos que achar um local para dormir. Após algumas tentativas de entender o trânsito confuso e sem qualquer regra da Bolívia e não achar o caminho para sair da rodovia e descer para a parte baixa da cidade, achei um taxista para combinar o preço e ele foi na frente mostrando o caminho. Escolhemos o hotel segundo um guia de viagem e ficamos neste mesmo hotel por 4 noites. Valeu a pena pela localização que dava acesso fácil para as principais ruas e pontos turísticos (Hotel Sagarnaga – na rua de mesmo nome e quase esquina com a Illampu onde se encontra de tudo para comprar).

Não era tarde. Por volta das 21h. Até aqui umas 14h de viagem, paradas e tentativas de circular em La Paz. Foi só o começo dos problemas…

O Hotel era bom, mas não tinha vaga na garagem na primeira noite. Saí pra catar garagens, mas já estavam fechadas. Consegui negociar (por fora) o aluguel em outro hotel e tendo que retirar o carro as 7h da manhã (troca de turno do porteiro…sabe como é…). Depois disso resolvemos comer alguma coisa… porém em tal horário muito já estava fechado e a gente ainda não conhecia bem a cidade… por sorte um local chamou a atenção por ser mais a nossa cara: estilo rock, ambiente bom… entramos pra comer uma pizza e tomar uma gelada (mesmo não bebendo mais a gente merecia). Só depois fui ver que era o Hard Rock La Paz.

Distância percorrida: Uyuni – Potosí – Tarapaya – Challapata – Oruro – El Alto – La Paz = +/- 900km.

Dia 08. 

Após um rápido café da manhã fomos ver alguns pontos turísticos (antes eu peguei o carro e coloquei na garagem do hotel, finalmente). Afinal, estávamos perto da grande maioria e dava pra conhecer tudo a pé.

Pode ser cansativo andar por La Paz por conta da altitude, mas até que estávamos bem de preparo.

Visitamos a Iglesia San Francisco (praticamente do lado do hotel) originalmente construída em 1549 e reconstruída em 1753. Fomos percorrendo as ruas e vendo toda a arquitetura local até a Plaza Murillo onde se encontram o Palacio Legislativo, Palacio Presidencial e a Catedral construída em 1835. Seguimos nosso passeio vendo alguns dos museus que ficam nesta região e fomos até a Calle Jaén (um pequeno calçadão com museus e arquitetura da época colonial). Após, pegamos um táxi até o Mirador Killi-Killi do qual se tem uma boa vista de La Paz. Assim passamos o resto do dia… vendo a arquitetura e costumes locais e visitando algumas lojas de artesanato.

Eu queria subir o Huayna Potosí, mas isso não seria possível no nosso cronograma. Vai ficar para o tal curso de escalada em gelo que pretendo fazer lá… assim que possível.

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Dia 09. 

Dia perdido. Alguma coisa que comi no dia anterior me deixou de um jeito que nunca fiquei antes. Muita febre e coisas piores. Fiquei dormindo o dia inteiro. Em função deste atraso não pude encarar o passeio de bike até Coroico.

Dia 10.

Neste dia fizemos algumas coisas de leve. Museu de la Coca (sem fotos) e mais uma circulada pela cidade. Descobrimos um bom mercado perto do hotel para comprar nossos lanches e até preparar alguma coisa no quarto mesmo. Mais seguro.

Ah, claro, pra quem quiser carnes, iogurtes… os mesmos são vendidos nas ruas ao céu aberto e sem refrigeração. Aliás, difícil é encontrar uma bebida gelada na Bolívia.

À noite percorremos o Mercado de las Brujas famoso por se encontrar de tudo. Até fetos ressecados de llama e usados para trazer boa sorte. O que me disse um senhor local é que as primeiras crias são perdidas e esses são os fetos utilizados.